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THE DAILY PULSE


Guavira domina o verão na fronteira e vira febre nas ruas e estradas
A guavira chega anunciando o verão na fronteira como quem não pede licença: explode em perfume, invade as calçadas e toma conta das estradas.
10 de dez. de 20251 min de leitura


Paradiso coloca Pedro Juan no mapa gastronômico da América Latina
Nem só de comércio vive a fronteira. Quem cruza a linha internacional entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero agora tem mais um motivo de orgulho: a pizzaria Paradiso , reconhecida como a melhor do Paraguai e classificada entre as 50 melhores da América Latina . O anúncio veio pelo ranking 50 Top Pizza Latin America , referência no setor, que em 2024 colocou a casa de Pedro Juan no 38º lugar . Para muitos, pode parecer apenas uma premiação gastronômica. Para quem vive na fr
2 de set. de 20252 min de leitura


A culinária de fronteira: o que só tem aqui
Viver em Ponta Porã e Pedro Juan Caballero é ter o privilégio de estar numa mesa sem fronteiras. Aqui, a comida é mais que alimento: é cultura, memória e encontro. Quem prova, entende: há sabores que só existem nessa mistura de Brasil e Paraguai. Chipa no café, sopa paraguaia no almoço De manhã, o cheiro da chipa recém-assada invade as padarias de Pedro Juan. Crocante por fora, macia por dentro, feita de mandioca e queijo, ela é companheira inseparável do café preto ou até
2 de set. de 20252 min de leitura


Expressões que só quem vive em Ponta Porã e Pedro Juan entende
Morar na fronteira é viver em um mundo próprio, cheio de gírias, misturas de português e espanhol, e jeitinhos que só fazem sentido aqui. Olha só algumas expressões que só quem é da linha internacional entende: 1. “Vamos tomar um tereré?” Não é só convite, é quase uma declaração de amizade. Quem recusa, logo desconfia-se que não é da fronteira. 2. “Vou ali no Paraguai e já volto.” Dito com a mesma naturalidade de quem vai na padaria. Atravessar países aqui é coisa de rotina.
2 de set. de 20252 min de leitura


Como o tereré virou símbolo de integração entre Brasil e Paraguai
Na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, há um costume que dispensa passaporte, carimbo e alfândega: o tereré. Seja servido em cuias de madeira, em copos térmicos modernos ou na tradicional guampa com bombilla de alumínio, o ritual é sempre o mesmo, uma roda de amigos, a erva-mate bem verdinha e a água gelada que passa de mão em mão. Mais do que refrescar no calorão da fronteira, o tereré virou uma marca cultural que conecta brasileiros e paraguaios em uma só ide
2 de set. de 20252 min de leitura
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